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Vem chegando o verão, acompanhado de um calor que enche o coração, emanando magia de cores e belezas que transcendem a natureza, associada a beleza humana em plena conexão. A mulher aproximando a imaginação e fantasia de ser um sereia.

O movimento de translação e a inclinação do eixo terrestre em 23°27’ em relação ao plano orbital são responsáveis pela variação de energia solar que atinge a superfície terrestre durante o ano. Essa diferença de radiação solar durante o ano resultou em quatro estações: primavera, verão, outono e inverno.

O verão é a estação do ano que sucede a primavera e antecede o outono. No Hemisfério Norte, o verão se estende de 21 de junho a 23 de setembro; no Hemisfério Sul, ele ocorre entre os dias 21 de dezembro a 20 de março. Durante essa estação do ano, uma porção da Terra está mais próxima do Sol, fazendo com que os dias sejam mais longos que as noites. Por isso principalmente nos países tropicais vivemos nesta estação com extremos entre a temperatura, umidade e período chuvoso.

Nesta estação passamos por um exposição solares frequente. Por isso necessitamos tomar alguns cuidados específicos com cabelo. como lavagem e tratamento da fibra com shampoos , condicionadores, mascaras com propriedades de hidratação e com propriedades oleosinosas e leave in com proteção UV que previnam a perda de brilho, propriedade hídrica e perda de elasticidade.

Esta estação promove também a frequência de grande parte da população a região litorânea e piscina, devido a alta temperatura e período de férias escolares, demandando um atenção redobrada aos cuidados com as madeixas devido a influência da água salgado do mar e cloro da água de piscina.

Os efeitos de oxidação dos fios, retira do seu interior os nutrientes responsáveis pela hidratação, como a própria água. Assim, as moléculas de oxigênio penetram no cabelo e ficam ativas pelo calor ou luz ambiente. Os raios ultravioletas causam aberturas na cutícula, contribuindo para o ocasionamento de pontas duplas e deixando-o mais vulnerável à ação de poluentes e agentes mecânicos.

A exposição excessiva à água do mar pode acarretar sérios danos à estrutura dos cabelos, visto que acelera (e agrava) a desidratação da fibra – um mal ainda mais frequente nesse período do ano.

A água é responsável pela elasticidade e maleabilidade dos cabelos, levando hidratação da raiz às pontas dos fios. O sal, como substância osmótica que é, “suga” a água do cabelo de modo que eles fiquem secos, quebradiços e opacos. Ou seja: o que a princípio é estiloso e natural (afinal, cresce o desejo de reproduzir aquele efeito “beach hair”), a longo prazo pode vir a tornar os fios ásperos, difíceis de pentear e com uma textura bastante desagradável.
Cloro é uma substância química utilizada para deixar a água da piscina sempre limpa e promover a proteção da água contra algas e possíveis microorganismos que podem causar doenças ou decompor a matéria orgânica. Apesar de ser ácido, o cloro, por si só, nem é tão perigoso assim aos fios. O que o torna tão nocivo à saúde das madeixas é a mistura dele com a água da piscina.

Quando a água entra em contato com o cabelo, a tendência é que ela seja absorvida pelas células de queratina presentes na estrutura dos fios, deixando-os inchados. Isso provoca pequenas aberturas na cutícula capilar, que fica vulnerável à penetração do cloro. A abertura das escamas internas expõe os fios ao baixo pH do cloro, que os torna fracos, quebradiços opacos e mais suscetíveis à queda.

O cloro da piscina além de remover a proteção hidratante da superfície da fibra capilar e, dependendo do tempo de exposição a esse agente químico, o fio pode apresentar perda da sua pigmentação natural e em casos de cabelos descoloridos (loiro), reage alterando a coloração, criando um aspecto esverdeado. Esse efeito é causado devido às concentrações elevadas de metais dissolvidos na água. Esses metais interagem com o cloro, resultando em um composto químico (combinação) que age na camada externa dos fios de cabelo.

E se está a pensar em pintar o seu cabelo, convém fazê-lo antes de começar a ir à praia e deve levar consigo produtos apropriados para manter uma cor vibrante e também protegida.

– Se é daquelas que não dispensa o secador em nenhuma altura do ano, saiba que no verão as temperaturas altas fazem com que o seu cabelo se torne mais seco, tirando-lhe o brilho e a sua leveza e por isso convém utilizar o secador frio a uma distância de 30 cm da cabeça.

– Outro dos produtos que também é muito favorável ao seu cabelo é sem dúvida o óleo, além de hidratar, nutre, reduz o frisado, entre outras coisas mais.

1 – Use protetor solar capilar
Escolha produtos sem enxágue com filtros UV, que protegem os fios dos raios solares. O leave-in é o meu preferido.

2 – Faça um coque ou uma trança
Essa dica vale mais para as piscinas, que têm cloro, pois expostos ao cloro os fios ficam fracos, opacos e quebradiços.

3 – Molhe o cabelo antes
No caso das piscinas, molhar o cabelo antes é uma boa técnica. Assim, evita que a mistura do cloro com a água seja tão nociva, pois os fios já estarão saturados de água e, nesse caso, água limpa.

Dica para as loirinhas: para evitar o tom esverdeado nos fios, evite a piscina as duas semanas que se seguem à descoloração. Nesse período as cutículas ficam abertas e pigmentos pegam com mais facilidade. Utilizar óleos e leave in que protejam a fibra e dificulte a penetração de água com cloro.

4 – Solte o cabelo úmido
Depois que já deu o mergulho solte os cabelos. Tanto o suor como a umidade podem ocasionar problemas como seborreia e caspa.

5 – Lave os cabelos com água limpa
Sempre que puder lave os cabelos com água limpa assim que sair do mar ou da piscina. A ideia é tirar o cloro ou o sal do fio e evitar que fiquem suscetíveis à queda e ressecamento.

6 – Passe creme para pentear
Esse creme sem enxágue pode ser o próprio protetor solar capilar. Assim, não é necessário levar dois produtos na bolsa. Aplique-o após o mergulho para desembaraçar os fios. Use os dedos ou um pente largo de madeira para alinhar.

7 – Use chapéu ou fique embaixo do guarda-sol
Assim como o coque na hora do mergulho, essas opções vão evitar mais danos, dessa vez causados pelo sol. O bom é que de quebra já protegem o rosto.

8 – Lave bem os fios
Parece bobo recomendar uma boa lavagem depois de uma exposição no sol, mar ou piscina, mas vale reforçar! Aqui a atenção deve ser redobrada. Lave com shampoo anti-resíduos, use condicionador para o seu tipo de cabelo e enxágue abundantemente. Após a lavagem aplique o creme para pentear. Dou mais dicas AQUI para garantir o cabelo perfeito.

10 – Hidrate semanalmente
Eu aposto sempre na umectação com óleo e meus cabelos ficam encorpados, maleáveis e sem frizz.
Tenho certeza que todos já ouviram falar sobre o cabelo loiro e/ou com outras químicas ficarem verdes depois da natação.

Dependendo da concentração de cloro na água, o verde pode se definir em pouco tempo. Às vezes, cabelos escuros também podem desenvolver um ligeiro tom de verde.

Esse efeito é causado devido às concentrações elevadas de metais dissolvidos na água. Esses metais interagem com o cloro, resultando em um composto químico (combinação) que age na camada externa dos fios de cabelo.

Porém, o grande problema que ainda é desconhecido por muitos, deve-se ao nível elevado de metais e cloro na água no encanamento de casa, que também pode fazer o seu cabelo ficar verde.

De acordo com a dermatologista, os cabelos tendem a ficar mais ressecados no verão também por causa das altas temperaturas da estação e pelo uso produtos inadequados que promovem uma oxidação dos fios.

– O hábito de deixar o cabelo secar após o banho de piscina é errado, pois o sol intensifica a ação do cloro na cabeça, o que ocasiona em uma maior danificação do fio. O ideal é, assim que sair da piscina, lavá-los em água corrente para retirar o produto que se acumulou. Para deixá-los limpos, utilize xampu reparador e aplique condicionador com vitaminas que restauram os fios e silicone – ensina a especialista.

Se você está na dúvida entre se é o sal do mar ou cloro da piscina que têm mais superpoderes para destruir o seu cabelo, saiba que a segunda opção é a resposta correta. De acordo com o dermatologista José Carlos Greco, a água da piscina agride muito mais os cabelos do que a água do mar. O baixo pH do cloro escancara quimicamente as escamas e cutículas dos fios e a desidratação se instala. Em pouco tempo, o cabelo enfraquece, fica quebradiço e perde totalmente o movimento e o brilho.

By David Vasconcelos – Tricologista Boaz Hair

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